Em Mateus 16:28 Jesus mentiu aos discípulos ao fazê- los crer que alguns estariam vivos em sua volta?
A alma é imortal? Como provar pela Bíblia?
Satanás tem domínio do mundo?
É correto para os cristãos fazer uso da medicina oriental como a acupuntura, por exemplo?
Satanás está solto ou preso na terra?
O dom de línguas é falar em idiomas diferentes?
É pecado cortar o cabelo feminino?
Porque os padres conhecem a bíblia e não seguem o que está escrito nela?
Em que casos o divórcio é permitido?
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. Apocalipse 21:4
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Volta de Jesus, acupuntura e divórcio
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Experimente a alegria de compartilhar esperança
Participe da campanha de divulgação do livro Ainda Existe Esperança. A meta é distribuir 11 milhões de cópias impressas e 3 milhões de cópias eletrônicas na Internet.
Comece enviando para seus parentes e amigos: www.esperanca.com.br/aindaexisteesperanca
O pior barulho
No site da revista Veja, na cessão Ciência, encontrei uma curiosidade muito especial, que dizia: “Inseto de 2 milímetros é o animal mais barulhento da Terra. Ele "canta" com uma potência de até 99,2 decibéis, equivalente ao som que uma pessoa ouve se assiste a uma apresentação de orquestra sentado na primeira fileira de um auditório.” Trata-se do Micronecta Scholtzi, um percevejo aquático.
Gostei muito dessa informação e ela me levou a pensar sobre outra forma de barulho – a que ocorre no coração humano, em muitas ocasiões.
Quem sabe, nesse momento, você esteja sofrendo com tantas “vozes” em sua mente. São pensamentos perigosos, perguntas que não querem calar, dúvidas alucinantes, inseguranças que promovem pânico e tristezas profundas. Sim, tais experiências roubam a paz, a tranquilidade e a vitalidade.
O pior barulho que existe não acontece de fora para dentro e sim de dentro para fora – esse não pode ser absorvido e não há sono que possa ser conciliado.
Jesus Cristo, certa ocasião, desejoso de se fazer compreendido, apresentou o caminho para silenciar a alma humana com Sua doce e calma voz, dizendo: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32).
Acredite, existe esperança para o seu coração!
Ligue, pois queremos de escutar:
(12) 2127-3121
segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
O Hábito de Deixar Para Depois
Quando Paulo se pôs a descrever acerca da justiça, do domínio próprio e do juízo vindouro, Félix teve medo e disse: “Basta, por enquanto! Pode sair. Quando achar conveniente, mandarei chamá-lo de novo.” Atos 24:25
Não era um discurso em defesa de si mesmo. Paulo o pregara como todo pregador deve pregar: com convicção, clareza e sentimento. As palavras mexeram com o coração de Félix que reagiu dizendo: “Agora não. Noutra oportunidade. Ainda tenho muito tempo, e se eu tiver uma chance, chamo você.”
No dia a dia, frente a tarefas e decisões, demonstramos a mesma atitude: “Vou começar meus exercícios amanhã.” “Vou abandonar esse vício.” “Vou começar minha dieta para valer.” “Vou mudar de vida... amanhã!”
Deixamos também para amanhã a carta que é para ser escrita, o e-mail que precisamos enviar, aquele livro para ler, o que está quebrado para consertar e o amigo que queríamos visitar.
Dizemos: “Depois vou quebrar esse hábito, abandonar esse pecado, vencer a tentação”; “Mais tarde vou perdoar aquele amigo que me ofendeu e pedirei perdão a quem ofendi.” Isso nos leva a cair no hábito da procrastinação (do latim pro, que significa “para”, e cros, que significa “amanhã”).
Os professores enfrentam esse problema com os alunos na entrega dos trabalhos. No início do semestre, alunos e professores entram em acordo em relação a uma data limite para a entrega dos trabalhos. E o que acontece? Você sabe. Os alunos se mostram bastante criativos para inventar histórias e desculpas pedindo prazos extras.
No campo espiritual, temos um inimigo perspicaz. Uma de suas táticas mais eficazes é sussurrar baixinho no ouvido daquele que está sendo convencido a tomar o caminho do bem: “Você não precisa decidir agora. Não tenha pressa! Deixe para vencer essa tentação e abandonar esse hábito depois que se arrepender com sinceridade.”
Procrastinação é uma palavra grande que representa um grande problema. A Bíblia nunca diz em seus convites para nós: depois, algum dia, amanhã... A palavra de Deus é para hoje. Começar hoje sendo a pessoa que devemos ser. Fazer de hoje o dia para escutar a voz de Deus. Começar a mudar hoje; dizer “sim” quando Ele nos convidar.
sábado, 23 de julho de 2011
Reverência
Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador; pois Ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do Seu pastoreio, o rebanho que Ele conduz. Salmo 95:6, 7
Deus queria que fôssemos cuidadosos quanto ao uso do Seu nome e também quanto ao lugar em que O adoramos. Muitos eruditos acreditam que Jeová é o nome próprio de Deus e que os epítetos “onipotente” e “onisciente” são simplesmente descrições de Seu caráter e de Sua atividade. Originalmente, o nome Jeová era escrito com quatro consoantes e nenhuma vogal. Os judeus o consideram tão santo que nem mesmo o pronunciam, com medo de profaná-lo.
Deus também espera nossa reverência no lugar em que O adoramos. Em igrejas grandes e pequenas, nas vilas e em grandes cidades, neste fim de semana, milhões estarão se dirigindo aos mais variados templos para adorar.
O que posso fazer para que minha adoração seja proveitosa e uma inspiração para minha vida? Onde começa minha preparação? Não, não começa quando entro na igreja. Começa quando abro meu guarda-roupa para escolher a roupa com a qual irei à igreja. Não estou indo a um ginásio de esportes, nem a um acampamento, nem ao shopping. Portanto, a roupa certamente influenciará meu comportamento.
Numa alegre expectativa, penso em reencontrar os amigos. Como dizia o salmista: “Alegrei-me com os que me disseram: ‘vamos à casa do Senhor!” (Sl 122:1).
Também devo pensar no que vou levar à igreja. Quando levo a Bíblia comigo – grande ou pequena, nova ou usada –, estou me condicionando melhor para acompanhar o que o orador está falando. Não podemos chegar à igreja como se estivéssemos entrando num drive-thru, no qual queremos satisfazer a fome no menor tempo possível e sair o mais rápido que pudermos. Minha atitude deve ser a de ir a um banquete. Sentar-me com calma à mesa e saborear tudo o que é servido.
Que faço, então, ao chegar à igreja? Devo ter uma atitude de respeito para com Deus e reconhecer Seu poder e majestade. Pense na realidade da grandeza de Deus; que você está na Terra e Ele, no Céu.
“O esplendor e a majestade estão diante dEle; força e alegria na Sua habitação. Deem ao Senhor, ó famílias das nações, deem ao Senhor glória e força! Deem ao Senhor a glória devida ao Seu nome” (1Cr 16:27-29).
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Quando Levamos a Melhor
Quem anda com integridade anda com segurança, mas quem segue veredas tortuosas será descoberto. Provérbios 10:9
Como é comum na historia de irmãos gêmeos, eles eram opostos em muitos sentidos. Esaú era um homem de poucas palavras; Jacó gostava de conversar. Esaú era o favorito do pai; Jacó era o favorito da mãe. Rebeca se perguntava por que Esaú era tão diferente de Jacó.
Na história, Esaú volta para casa depois de um dia malsucedido na caça e encontra Jacó preparando aquele ensopado de lentilhas. Nessa rápida conversa de seis versículos, Esaú é descrito como um homem governado pelo apetite. “Eu quero e quero agora.” Ele vivia para o hoje, sem se preocupar com o dia de amanhã. “Estou no meio da tentação; agora vou até o fim e não me interessam s consequências.”
Harold Kushner, em seu livro Que Tipo de Pessoa Você Quer Ser? (p. 27), menciona que escutou certa vez um psicólogo estabelecer um contraste entre dois tipos de moralidade. Existe a moralidade da esperteza e da sagacidade, em que ter sucesso significa levar a melhor numa interação com outra pessoa por meio de um negócio feito com astúcia ou de uma resposta esperta. Nesse tipo de moralidade, o pior pecado é deixar alguém tirar vantagem de nós e a pior punição é a vergonha quando outras pessoas nos desprezam por terem levado a melhor.
Há também a moralidade da integridade, em que o bem maior é a consideração pelos outros, o pior pecado é magoar outra pessoa e a pior punição é a culpa, quando nos desprezamos pelo que fizemos. Que tipo de pessoa você quer ser?
Jacó travava uma luta dentro de si. Ele tentava conseguir por meio da esperteza o que não foi capaz de obter pelo nascimento. Era o conflito entre seu desejo de obter o que queria e a noção de que só podia consegui-lo se fizesse algo fraudulento.
Existem momentos em que nos perguntamos: “Como pude fazer isso? Eu não sabia que era errado...” Ou nos advertimos: “Pare agora, senão vai ter problemas.”
Quando o anjo perguntou qual era o nome de Jacó, estava, na verdade, perguntando: “Que tipo de pessoa você é?” Você está vivendo de acordo com seus valores? Quem você foi até agora e o que quer ser daqui para frente?
quinta-feira, 21 de julho de 2011
No Amor Não Existe Medo
No amor não há medo; o amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo. Portanto, aquele que sente medo não tem no seu coração o amor totalmente verdadeiro. 1 João 4:18, NTLH
O medo possui imenso arsenal. Não há ninguém que fique fora do alcance de suas várias armas: medo de perder o emprego, de emprego novo, do desconhecido, de perder a saúde, de ser diferente, de intimidade, de rejeição, de fracasso, etc.
O apóstolo diz: “O amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo.” O medo e o amor são mutuamente excludentes, não convivem no mesmo ambiente. O medo é controlador, nos paralisa. Se estamos com medo, ficamos “envelopados”, fechados, encaracolados dentro de nós mesmos. O amor, por outro lado, nos leva à aproximação. Quando crescemos em amor, diminuímos em temor.
Quando você tem certeza de ser amado por outra pessoa, tem a tranquilidade de que não precisa mudar ou ser bom para ser aceito.
Charles Swindoll conta a história de David Ireland, que escreveu um livro intitulado Cartas Para Uma Criança que Ainda Não Nasceu. Ireland escreveu uma carta para a criança que ainda se encontrava no ventre da esposa, pouco antes de sua morte ocasionada por uma enfermidade neurológica. A respeito da esposa, Ireland se expressou assim: “Sua mãe é uma pessoa incrível. Poucos homens sabem o que é receber um muito obrigado por levar a esposa para jantar fora, quando isso implica em tudo o que acontece em nosso caso. Significa que ela tem que me vestir, me barbear, escovar meus dentes e pentear meu cabelo. Tem que me levar na cadeira de rodas para fora de casa e descer a escada, abrir a garagem, abrir o carro, dar a volta, virar-me para que eu me sinta confortável, dobrar a cadeira de rodas, colocá-la no carro, entrar no carro, dar partida, tirar o carro da garagem e seguir para o restaurante. Então começa tudo de novo: ela sai do carro, abre a cadeira e a porta, vira meu corpo, põe-me em pé, faz-me sentar na cadeira, puxa os pedais da cadeira para que eu me sinta confortável. Nós nos sentamos para jantar e ela me coloca comida na boca durante toda a refeição. Quando terminamos, ela paga a conta e empurra a cadeira de volta para o carro, e começa tudo de novo, só que ao contrário. Depois que tudo acaba ela diz com sincera cordialidade: ‘Querido, obrigada por me levar para jantar’ e eu simplesmente não sei o que dizer” (Amigos de Verdade, p. 96).
No amor não há temor.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Ingredientes do Arrependimento – 3
Será que você não está interpretando mal a generosidade e a misericórdia paciente que lhe foram demonstradas, achando que são sinais de fraqueza da parte dEle? Você não percebe que a bondade de Deus tem o objetivo de conduzi-lo ao arrependimento. Romanos 2:4, Phillips
Não há imagem que descreva melhor o caráter de Deus do que a de um pai que espera o retorno do filho. Se o pecado me afasta de Deus, a melhor maneira de abandoná-lo é dar meia-volta.
O pródigo, quando estava longe de casa e se lembrou do pai, teve o coração tocado. Ele caiu em si e pensou: “O que estou fazendo aqui?” Sua mente e emoções mudaram. Então, ele se levantou e, finalmente, voltou para o pai.
A caminhada de volta em direção ao pai foi uma demonstração de fé. E essa mesma jornada, afastando-se da terra distante, era uma demonstração de arrependimento. Os mesmos sentimentos que colocaram sua mente em Deus fizeram com que ele desse as costas para o pecado.
Deus, com Sua bondade, insiste em nos receber como filhos, mas nós, como o pródigo, continuamos insistindo na linguagem do mérito: “Trata-me como um dos teus empregados” (Lc 15:19). É como se estivéssemos correndo do evangelho da graça.
Confrontados pela bondade de Deus, e percebendo quão longe fomos, confessamos, voltamos e corremos para Deus, que nos assegura que estamos perdoados. Nesse caso, dizemos que o arrependimento é um evento. No entanto, o arrependimento não é uma experiência que toma lugar apenas uma vez na vida, mas um processo contínuo que se aprofunda com o passar do tempo.
Podemos dizer como Frederick Buechner: “O verdadeiro arrependimento gasta menos tempo olhando para o passado e dizendo ‘Sinto muito’ do que para o futuro dizendo ‘Uau!’”
“A Bíblia não ensina que o pecador tenha de arrepender-se antes de poder aceitar o convite de Cristo. [...] Assim como não podemos alcançar perdão sem Cristo, também não podemos arrepender-nos sem que o Espírito de Cristo nos desperte a consciência. Cristo é a fonte de todo bom impulso. Ele, unicamente, é capaz de implantar no coração a inimizade contra o pecado. Todo desejo de verdade e pureza, toda convicção de nossa própria pecaminosidade, é uma evidência de que Seu Espírito está operando em nosso coração” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 26).
terça-feira, 19 de julho de 2011
Ingredientes do Arrependimento – 2
No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Atos 17:30
Um rapaz acostumado a furtar escreveu o seguinte bilhete para uma loja de departamentos: “Faz pouco tempo me tornei um cristão e à noite não pude dormir porque me sentia culpado. Aqui estão R$ 100,00 que devo a vocês.” Depois de assinar seu nome, colocou: “P.S.: Se ainda assim eu não puder dormir, enviarei o restante depois.”
A disposição para reconhecer os próprios erros e se arrepender deles é uma das características do cristão convertido. O arrependimento começa com a convicção de que aquilo que fizemos está errado. A confissão, nesse caso, não é apenas o reconhecimento do erro, mas a compreensão de que ofendemos a Deus. É como a reação do pródigo, quando voltou para casa e disse: “Pequei contra o Céu e contra ti” (Lc 15:21).
Outro ingrediente que não falta no verdadeiro arrependimento é a restituição. O exemplo de Zaqueu é o de alguém que estava genuinamente arrependido e quis acertar as contas não somente com Deus por meio da confissão, mas com outras pessoas pela restituição. Como diz o pensamento: “O reconhecimento da dívida sem esforço para pagá-la não é arrependimento.”
Nesse caso, o arrependimento exigirá não apenas mudança de pensamento e de comportamento, mas o arrependido fará tudo o que estiver ao seu alcance para remediar o erro. Escreverá uma carta, telefonará, visitará, encontrará, devolverá, depositará ou pagará, conforme seja o caso. Ou se foi rude com a esposa ou os filhos, vai pedir perdão. Se roubou, vai devolver. Se mentiu, confessará. Não deixará que o outro continue sendo enganado. Não é apenas uma questão de dizer para Deus: “Senhor, sinto muito. Perdoa-me.”
Pode parecer humilhante, constrangedor o fato de você ter que se aproximar de um vizinho, amigo ou colega de trabalho e dizer que errou. Mas como Deus está interessado em que vivamos em paz, Ele irá acompanhá-lo, e preparará o coração do ofendido. Ele fará com “que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração” (Cl 3:15). Ele o ajudará e a quem você prejudicou para que tudo seja resolvido.
“Ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9).
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ingredientes do Arrependimento – 1
Se alguns homens forem como eu quanto ao senso de direção na estrada, dificilmente acertarão o caminho. Pense em um casal no carro... A esposa diz para o marido virar à direita no próximo balão. Mas ele pega a esquerda. Quando percebe o que fez, diz para a esposa: “Desculpe, querida, errei o caminho.” Se isso for tudo o que ele fizer, não será suficiente. Desculpar-se não vai levá-lo um centímetro de volta ao lugar de onde ele deveria partir. Para chegar aonde deve ir, ele precisa parar o carro e voltar para a estrada certa que a esposa lhe tinha indicado inicialmente. Isso é arrependimento. É reconhecer o erro e tomar o rumo certo.
Arrependimento não é remorso – não é ficar repetindo e remoendo: “Será que não vou aprender? Olha só o que fui fazer! Por que será que não mudo? Não acredito que eu tenha feito isso!” Se você teme as consequências, é sinal de remorso e não de arrependimento. E isso não trará nenhum resultado positivo.
Trabalhando na Pastoral Universitária do Unasp, entre outras coisas, exerci a função de conselheiro. No começo de uma noite, recebi na sala da pastoral uma garota do internato que entrou chorando ali. “Ai, pastor, o que eu faço, agora? Não devia ter feito o que fiz!” No decorrer da conversa, várias possibilidades me vieram à mente. Teria ela usado drogas? Bebido? Fumado? Teria pegado alguma coisa de alguém? Mas não havia sido nenhuma dessas coisas. Ela finalmente disse: “Beijei meu namorado e a monitora viu.”
Ela havia transgredido as leis do internato e, imaginando as consequências que teria que enfrentar, lamentava ter sido flagrada. O choro não tinha nada de arrependimento. Na manhã seguinte, me encontrei com ela e perguntei como estava o problema. “Ah, pastor, ao voltar de minha conversa com o senhor, cheguei ao residencial e todo mundo já sabia. Recebi minha punição.”
No verdadeiro arrependimento, não precisamos nos esconder ou ocultar o problema. Há genuína tristeza – mas não tristeza porque o que você fez foi descoberto e terá que encarar as consequências.
“Vós, que suspirai por alguma coisa melhor do que as que este mundo oferece, reconhecei nesse anelo a voz de Deus à vossa alma. Pedi-Lhe que vos dê arrependimento, que vos revele a Cristo em Seu infinito amor, Sua perfeita pureza” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 28).